quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Eu gostava de me preocupar, de pensar, de esperar.
Gostava de me preocupar com você, com o que você estava fazendo quando não estava comigo, se você estava bem ou porque não tinha ligado ainda.
Gostava de pensar em você, pensar que eu tinha você e que eu era sua. Gostava de pensar o que você poderia estar fazendo quando não estava dando risada comigo.
Gostava de esperar você me ligar, com o celular na mão, olhando para a tela desesperadamente, gostava de esperar você entrar, você falar, você fazer.
Eu gostava de gostar, de sentir.
Gostava de gostar do seu sotaque que eu odiava antes de você aparecer na minha vida, gostava de gostar do seu jeito de escrever, do seu jeito de me dizer que tudo ia ficar bem, do seu jeito de reclamar da vida, do seu jeito de ser, eu gostava de gostar de você.
Gostava de sentir tudo o que eu sentia com você. Gostava de sentir tudo o que eu só senti com você. Gostava de sentir felicidade, preocupação, tristeza, saudade.
Eu gostava de falar, de ouvir, de escrever, de ler.
Gostava de falar dos meus problemas pra você porque você sempre tinha um jeito de me dizer que era besteira da minha cabeça.
Gostava de ouvir os seus problemas, ouvir você cantar.
Gostava de escrever e escrever pra você, por mais que você não tenha lido metade de tudo o que eu escrevi pra você.
Gostava de ler o que você escrevia pra mim. Gostava tanto que até tenho tudo guardado.
Eu gostava dos seus olhos, da sua mão, da sua voz, do seu sorriso, do seu jeito.
Gostava dos seus olhos que eram um pouco puxados, mas não muito, apenas o suficiente para eles ficarem diferentes de todos os que eu já vi na vida.
Gostava da sua mão, que na minha causava um arrepio por toda a espinha, que começava no primeiro fio de cabelo e ia até o último dedo do pé.
Gostava da sua voz, cantando pra mim músicas que eu nunca tinha ouvido, e outras que eu odiava e passei a gostar por sua causa. Gostava da sua voz quando você estava com vergonha, dizendo que me amava e que queria ficar comigo pra sempre. Gostava até da sua voz quando ela estava brava comigo.
Gostava do seu sorriso. Ah! Seu sorriso. O sorriso mais lindo que eu já tive a oportunidade de ver na minha vida. Nunca parei de perder o ar quando te via sorrindo. E eu acho que isso sempre vai acontecer.
Gostava do seu jeito de fazer as coisas, de fazer carinho na minha mão, de colocar a mão dentro do bolso do meu casaco só pra ninguém ver que nós estávamos de mãos dadas. Gostava do seu jeito de pentear o cabelo, do seu jeito de olhar pra mim, me mostrando em um olhar tudo o que o seu coração sentia.
Eu gostava de te beijar, de te sentir, de te ter.
Gostava do seu beijo que me causou sensações nunca sentidas antes. Gostava do seu beijo que me deixava louca, como se eu tivesse tido a melhor experiência da minha vida.
Gostava de sentir você do meu lado, do calor do seu corpo, da sua mão na minha, da sua boca na minha. Gostava de sentir seu cabelo nas minhas mãos, de sentir que você estava mesmo ali.
Gostava de ter certeza que eu te tinha, e que ali você era só minha e ninguém poderia te tirar de mim.
Eu gostava de te querer, de te amar.
Gostava de querer você, e de ter certeza que eu tinha você.
Gostava de te amar, porque eu sabia que era recíproco, que você me amava de um jeito que eu nunca fui amada antes.
Eu acho que essas sensações nunca vão passar. Elas vão ser pra sempre, vão estar pra sempre vivas dentro de mim, como se eu as tivesse sentido hoje. Minha vida nunca mais será a mesma depois de tudo o que você me fez sentir.
Obrigada por tudo, saiba que mesmo depois de tudo acabado, eu te amo. Por tudo o que você fez por mim, por tudo o que você fez por mim, por tudo o que você me fez sentir.
Eu te amo pra sempre.

"Saudade não é olhar pro lado e dizer "se foi". É olhar pro lado e perguntar "cadê?" "

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Eu espero que você nunca sinta o que eu sinto cada vez que tenho que ir dormir sem escutar que você me ama. Eu espero que você nunca saiba o que eu sinto quando isso acontece.
Porque dói. Dói muito, e parece ser uma dor que nunca vai passar. Uma dor que fica pra sempre, que fere o coração. Mas fere de um jeito que nunca vai cicatrizar.
Fere uma ferida que vai ficar ali, remoendo e doendo até o dia que eu morrer. Essa ferida parece que nunca vai fechar, parece que vai estar ali pra sempre, me lembrando de como é ruim, como você é ruim quando quer ser.
E ela dói. Mas eu não ligo. Eu não sei o que se passa na sua cabeça, e pra falar a verdade, prefiro não saber, porque eu tenho certeza que se você for tentar explicar, só vai cutucar mais a ferida já aberta.
Isso ficou totalmente sem sentido, mas eu sei que ela vai entender.


'Penso, com mágoa, que o relacionamento da gente sempre foi um tanto unilateral, sei lá, não quero ser injusto nem nada - apenas me ferem muito esses teus silêncios.'

segunda-feira, 26 de julho de 2010



Eu fiz uma coisa ruim. E eu fiz com uma pessoa que eu não deveria fazer nada de ruim. Porque ela fez tudo o que podia por mim e eu não dei valor. Eu sei, eu sou a errada da história, eu que errei, eu que fiz merda, eu que fiz tudo de errado. Eu não tenho desculpas para isso. Talvez a minha impulsividade, mas eu acho que essa não é uma desculpa muito boa. Exatamente porque o que eu fiz com ela, não se faz nem com o pior inimigo. E eu fiz com ela, a pessoa que eu mais amei no mundo inteiro. A única pessoa que me fez sentir uma felicidade única, que eu nunca tinha sentido na minha vida inteira. Agora ela está chorando e machucada lá e eu chorando e machucada aqui. Nunca me senti tão nojenta, nunca me senti tão lixo quanto eu estou me sentindo agora. Eu estou acabada, estou cortada em pedaços, como nunca estive. Eu sinto meu coração quebrado, sinto cada ferida, cada pedaço dele caindo por dentro de mim. E eu nunca tinha sentido isso. Nunca tinha me sentido tão horrível. Me sinto um monstro nesse momento, um monstro que não tem como voltar a ser um ser humano de jeito nenhum. Queria me matar, pra poupar o mundo das minhas maldades. Alguém me mata por favor? Eu não quero mais fazer mal a ninguém.

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Uma vez eu disse que tinha perdido o poder de me apaixonar e de amar. Por motivos que não merecem e não vão ser citados aqui. Mas, principalmente, porque meu coração tinha sido ferido, machucado de uma forma que eu achei que ele nunca mais poderia voltar a ser como era.
Mas aí você apareceu e parece que voltou meu coração no lugar e o reconstruiu e o deixou sem ferida nenhuma. Ele está inteiro de novo, como se nunca tivesse sofrido nada. Como se nunca tivesse sido machucado. E eu estou amando isso. Estar amando de novo, estar gostando.
Tinha esquecido como era bom amar, como era bom sentir o coração querer sair pela garganta todo dia. Eu nem lembrava mais como fazia cara de boba apaixonada. Não lembrava como era bom se preocupar com alguém, querer alguém, amar alguém.
E, de verdade, eu fico muito feliz que seja você essa pessoa, que seja você, com esse seu jeito perfeito, a pessoa pela qual eu estou apaixonada.
Eu amo o seu jeito. O seu jeito de deitar, o seu jeito de passar a mão no rosto, no cabelo, o seu jeito de fazer carinho na almofada, o seu jeito de falar, o seu jeito de sorrir. Aliás, não deixe nunca de sorrir, porque eu amo o seu sorriso. E eu preciso muito dele pra viver.
Tudo o que eu estou sentindo com você é novo pra mim. Não vou dizer que nunca amei. Uma vez eu amei, mas não era nada comparado ao que eu estou sentindo por você. Nunca senti isso, e me sinto bem por estar sentindo isso pela primeira vez com você. Porque você está me fazendo feliz. Você está me fazendo sentir uma felicidade que eu nunca senti antes.
Eu amo você. E isso não vai mudar...


'Não há você sem mim e eu não existo sem você.'

sexta-feira, 18 de junho de 2010

É incrível quando estão acontecendo algumas coisas ao mesmo tempo na nossa vida. Não paramos pra pensar em uma de cada vez, queremos resolver todas ao mesmo tempo, queremos todas as soluções ali, na palma de nossas mãos. Como se nós não soubéssemos que não é assim.
Quando temos muitos problemas em um dia só, temos que parar e pensar em cada um, em separado. Caso contrário, não conseguiremos resolver nenhum.
Hoje, pra mim, é um dia desses. Tenho exatamente três problemas que não vale a pena serem citados com detalhes aqui. E eu quero resolver os três ao mesmo tempo. Eu sei que não vai dar, que eu não vou conseguir. Mas eu não consigo parar e pensar em um de cada vez. Porque eles estão me machucando demais.
O primeiro é familiar. E bom, quando envolve família, vocês já sabem, nos tornamos fracos e queremos parar com isso, parar com qualquer coisa que esteja machucando o nosso alicerce.
O segundo e o terceiro são sobre o meu coração, como sempre. Um é que eu estou me apaixonando por uma pessoa que não posso, de jeito nenhum, me apaixonar. E o segundo é estar relembrando uma pessoa que me fez mal certa vez.
E esse é o segundo maior problema. Ele me machucou, entende? Ele fez tudo de ruim pra mim, mesmo quando estávamos juntos era quase uma tortura. E agora eu nem falo mais com ele, e ainda assim, lembro dele todos os dias. Seja olhando pra essa tatuagem estúpida que eu fiz, seja olhando pro céu à noite, seja lendo o único recado que eu tenho dele. Eu lembro e fico preocupada, pensando nele, se ele está bem, se está feliz, se fez mais uma tatuagem, se os furos nas orelhas cicatrizaram. Às vezes eu queria que ele causasse um estrago enorme, a ponto de passar na televisão, pelo menos eu saberia que ele estava bem. Não saber dele me deixa nervosa.
Enfim, problemas todos tem, só queria que fosse muito mais fácil resolvê-los.

domingo, 6 de junho de 2010

Eu nunca achei que fosse tão forte. Que pudesse aguentar essa rejeição, que pudesse aguentar tanto tempo sem você.
É verdade que fiquei te procurando no meio da multidão hoje, e tinha esperanças de te encontrar, ou pelo menos te ver de longe. Fiquei triste por não ter te visto, mas não sei como, ao mesmo tempo fiquei feliz por não ter te visto. Porque se eu te visse, ia com certeza querer te mandar uma mensagem, como se você fosse responder, como se eu precisasse. E, se eu te visse, havia uma grande probabilidade de eu sair correndo atrás de você apenas pra dizer o quanto você faz falta. E é incrível como você consegue despertar todos os sentimentos existentes em mim em apenas um dia. Ao mesmo tempo em que fiquei feliz e triste, fiquei com medo. Medo de te encontrar! Que absurdo é esse? Não sei, mas fiquei com medo.
Talvez eu quisesse te ver, ou talvez eu queria que você me visse, eu estava triste. Eu queria que você percebesse e viesse falar comigo algum tempo depois. Só pra perguntar se aconteceu alguma coisa. Só pra eu ouvir sua voz mais uma vez.
Mas nunca foi tão bom não ouvir sua voz. Não sei o que aconteceu, mas estou me sentindo bem sem você. Como se você não fizesse falta, como se você não fizesse parte de mim. O mundo não parou de girar como eu achei que ele iria fazer. Não digo que é bom você me rejeitar, você ficar sem falar comigo. Mas quem sabe com isso eu esqueça tudo o que eu sinto por você, talvez com isso eu esqueça que um dia eu fui sua, ou que um dia você foi minha. Talvez com isso eu esqueça que te amo, e que você é tudo pra mim.
Eu queria dizer que quero que você sinta tudo isso um dia. Mas eu me importo tanto com você que não quero. Não quero te ver sofrendo nunca. Não quero que você seja rejeitada nenhuma vez na sua vida. Quero que a menina pela qual você se apaixone se apaixone por você também. Quero que você namore, que você case, que você seja muito feliz. E apesar de você dizer, quando bêbada, que você vai se casar comigo, eu sei que isso não vai acontecer. Eu sei que isso é impossível. Porque é impossível um casamento superar a rejeição.
Rejeição é a pior coisa do mundo. Ficar esperando te encontrar, ficar esperando uma mensagem sua, ficar esperando que você me ligue. E saber que isso não via acontecer, porque você não se importa.


"E aprende que não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam."
William Shakespeare

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Eu não me importo. Não quero saber quem vai ler ou se ela vai chorar ou querer me odiar por causa disso, eu só preciso falar. Ou escrever, entenda como quiser.
Ficar sem você dói. E essa não é uma dor suportável, como fazer uma tatuagem ou prender o dedo na porta do carro. É uma dor que corrói todos os órgãos internos. Corrói todos os membros externos. Fico sem forças nas pernas e nos braços, caio e me levanto muitas vezes para andar alguns poucos passos. Meus órgãos dóem, como se fossem pinçados por algum instrumento cirúrgico enquanto eu estou em uma mesa de cirurgia sem anestesia. Minha cabeça dói, como uma enxaqueca eterna que aumenta a cada segundo. Meus olhos não querem ficar abertos por mais que eu tenha acabado de acordar. Meu coração se despedaça, e fica em pedaços menores a cada segundo, como se os pedaços já quebrados pudessem se quebrar ainda mais.
A sua falta me faz sentir impotente diante de situações anteriormente fáceis de se resolver. Sinto como se não fosse suficientemente forte para enfrentar as coisas. Como se pudessem me derrubar com apenas um assopro. Como se eu não pudesse enfrentar nada, por mais simples que seja.
Minha vida está incompleta. E eu sinto que você é a parte que falta. Até parece que você é a maior parte de mim. E isso não deveria ser assim. Eu não deveria sentir tudo isso ainda. Eu deveria ter te esquecido, ter feito você sair de mim, ter feito qualquer coisa pra que eu não pensasse nunca mais em você. Mas parece ser inevitável, eu não consigo passar um dia sequer sem pensar em você e em tudo o que nós passamos.
Eu ainda te amo. E você me faz falta.
O pior não é sentir saudade, o pior é sentir saudade quando você não pode e não precisa desse sentimento com relação à uma pessoa. Talvez meu destino seja esse. Sentir saudade quando eu não posso, amar quando não dá, querer quando é inconveniente.
Ficar esperando uma mensagem sua no celular é saudade, ficar ouvindo músicas que me lembrem você é saudade, ficar esperando você me mandar recado é saudade, ler e reler no mínimo dez vezes por dia suas antigas mensagens é saudade.
E eu sei que não adianta sentir saudade, eu sei que essa saudade não vai me levar a nada, não vai te fazer voltar. Essa saudade é só saudade, saudade de quem ama, de quem quer, de quem quer bem. A saudade não vai fazer um milagre por nós. Não vai me fazer te odiar, não vai tirar tudo isso do meu coração.
Mas a única coisa que eu sei é que saudade não é bom, saudade dói e me dá vontade de pular da janela. Mais que isso, eu não sei mais nada.

sábado, 29 de maio de 2010

Porque você faz isso? Pra que me ligar só pra dar boa noite? Pra que dizer que eu sou o amor da sua vida e que você quer casar comigo? Pra que dizer que me ama se eu sei que não é verdade? Pra que me fazer chorar?
Quando eu choro por você, minhas lágrimas tem o gosto mais amargo que eu já senti em toda a minha vida. E esse gosto fica na minha boca como se eu tivesse comido alguma coisa estragada. Esse gosto é tão ruim que eu poderia me matar por causa dele. Esse gosto fica na boca, e aumenta e piora cada vez que eu choro por você.
O gosto amargo fica na minha boca, boca essa que é sua, que te pertence como meu coração te pertence. Tendo o meu coração, você pode fazer o que quiser de mim, até me machucar o quanto você quiser. Porque eu sei que no dia seguinte eu não vou estar inteira, mas a cada palavra que você me disser, meu coração vai se reconstruindo, e quando ele fica completo de novo, vem uma frase e acaba com ele de novo, e então caio nesse ciclo vicioso de ter que falar com você pra reconstruí-lo.
Essas feridas nunca ficam completamente saradas. Elas ficam cutucando e machucando todo dia. Cada hora vem uma e machuca, mas os machucados das outras ainda não melhoraram. E então meu coração vai ficando cada vez mais machucado, e cada vez mais inchado de amor. Amor esse que eu não posso tirar daqui, eu não tenho forças nem vontade de tirá-lo daqui. Eu acho que vou morrer com o meu coração inchado de amor. Acho que nunca vou conseguir melhorar dessa feridas que você causa e que me machucam um pouco mais a cada dia.
Mas eu espero que um dia você faça uma coisa muito ruim pra mim, mas muito ruim mesmo. Pra eu ser obrigada a tirar esse amor de dentro do coração. Eu espero que você diga que não me ama mais, que eu sou só um peso na sua vida, que você me quer fora da sua vida, que não quer me ver nunca mais, que não quer nunca mais falar comigo. Espero até que você diga que me odeia. Assim eu vou encher meu coração com outro sentimento. E eu espero que ele seja mais forte do que esse amor que vive aqui dentro hoje.
Eu não vou te ligar. Não vou mais te procurar. Não vou mais falar com você. Não vou mais atrás de você. Não vou mais ser como eu era. Não vou mais fazer nada com relação a você.
E tudo isso por um simples motivo: não vai mudar nada.
Eu sei que tudo o que acontece na nossa vida tem uma razão. Mas porque a gente não sabe quais são essas razões? Porque eu tenho que ficar tentando adivinhar porque você apareceu pra mim? Porque eu tenho que ficar tentando adivinhar porque eu te amei? Porque eu tenho que ficar tentando adivinhar porque você não sente nada por mim enquanto eu daria minha vida por você?
Eu realmente espero que essa não-mudança tenha alguma razão. Mas tem que ser uma razão muito boa, que me faça entender de uma vez por todas porque isso tem que ser assim. Porque você tem que ser tão perfeita e porque eu tenho que gostar tanto de você.
O mundo gira. E muda. Muda constantemente, como se mudanças fossem normais pra ele. Você muda com ele, e eu mudo com ele. E, como eu já te disse, não entendo porque só uma coisa não quer mudar! Porque eu tenho que continuar gostando de você enquanto você ama outra. Porque eu tenho que continuar pensando em você e querendo você do meu lado enquanto você tá bebendo e se divertindo e não tá nem aí pra mim.
Apesar de querer entender, de tentar entender, eu sei que entender não vai mudar. Não vai ser porque eu vou entender o que acontece que você vai me amar. Não vai ser porque eu vou entender o que acontece que você vai vir correndo e vai me abraçar.
Eu amo você mais do que tudo nessa vida, mas queria te arrancar do meu coração, queria fazer uma mudança interna.